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Reciclagem

Quarta-feira, 20 de Novembro de 2013

 
     

UFRGS garante reciclagem e descontaminação de quase 45 mil lâmpadas e reatores

  

Os itens são recolhidos pela Apliquim Brasil Recicle, que recupera o mercúrio do material em seu estado líquido, garantindo a preservação do meio ambiente e a saúde das pessoas.

  


Por Caroline Pierosan / Juçara Tonet Dini

As 2.425 unidades inteiras e os 50 kg de lâmpadas fluorescentes quebradas serão recolhidos na UFRGS (Av. Bento Gonçalves 9500, Bairro Agronomia) na próxima sexta-feira (22/11), a partir das 9h. Esta é a décima segunda coleta que a ABR realiza na Universidade neste ano, contabilizando um total de 35.284 peças recolhidas até novembro de 2013 (entre lâmpadas fluorescentes e reatores). Se pensarmos que o mercúrio contido em cada lâmpada (0,15 miligramas) tem potencial para contaminar 15 mil litros de água, compreenderemos que através do descarte correto de 30 mil unidades podemos estar garantindo a preservação de 450 milhões de litros. Para se ter uma ideia do que isso representa, a vazão do Guaíba é de 1,4 milhão de litros por segundo, explica Eduardo Sebben, biólogo, mestre em engenharia ambiental e diretor superintendente da Apliquim Brasil Recicle.

A diretora do Departamento do Meio Ambiente e Licenciamento da UFRGS e engenheira agrônoma Andrea Loguercio, explica por que a UFRGS realiza o descarte seletivo desde 2009. Nos processos licitatórios estabelecemos uma série de pré-requisitos. O principal é a captura e recuperação total do mercúrio das lâmpadas, critério que a ABR atende. Até janeiro de 2014, estimamos que teremos encaminhado para o descarte correto 44.706 itens (entre diversos tipos de lâmpadas e reatores).

O mercúrio contido nas lâmpadas fluorescentes é um metal altamente tóxico que, quando descartado de forma incorreta pode contaminar solo e água e oferecer sérios riscos à saúde. Quando se acumula no organismo, o m ercúrio é capaz de causar danos irreversí­veis ao sistema nervoso central, com sintomas como tremores, perda de memória, dificuldade motora, de visão e audição. O metal é considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como uma das 10 substâncias mais nocivas para o ser humano.

 

 

 

 

EcoAgência Solidária de Notícias Ambientais

  
  
  
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