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Quarta-feira, 16 de Outubro de 2013
  
Estudo para o Dia Mundial da Alimentação

Restaurar a relação de respeito, veneração e amor de antigamente é o principal, antes de garantir o lema e “dar sustentabilidade e segurança nutricional ao sistema” ordenado pela Fundação Rockefeller, mentora da FAO, Banco Mundial e ONU.

  
Por Sebastião Pinheiro
  
Em Puebla, México na localidade de San Salvador El Verde está a bela escultura de Cristo crucificado todo feito com plantas (pasta moída de folhas, colmo, sabugo e grãos) do sagrado milho por famílias campesinas, inspiradoras de Octavio Paz (Premio Nobel, Literatura, 1990);  Por outro lado, na máxima comemoração do Dia Mundial da Alimentação está a entrega do Premio Norman Borlaug ao vice presidente da Monsanto (Robert Fraley), Syngenta (Mary-Dell Chilton) e o criador da primeira transgênica Round ready (Marc Van Montagu) em Des Moines, Iowa, EEUU.
 
Não é possível calar diante de mais essa heresia, ainda mais quando lembro a Jacob George Harrar (Presidente da Fundação Rockefeller) y o vice-presidente dos EUA Henry Agard Wallace (dono da Pionneer Hy-Bred) que por suas palavras na Universidade de Chicago: “Se México continuar com este milenar sistema de produção de sementes e, não permitindo a livre comercialização das terras (Art. 27 da Constituição Mexicana), jamais os EUA terá acesso à sua agricultura”.  
 
Nessa (Porto Alegre/RS) manhã pude encontrar muitos conhecidos, outros não; Mas a grande maioria tem os rostos parecidos com aqueles que vi nos meus primeiros anos de vida. São rostos de camponesas e camponeses de todas as idades. Voltei à agricultura da minha infância, onde os camponeses se reuniam em mutirão para ajudar alguém; Refletir na fé ou Comemorar sucessos além dos familiares. O mais lindo eram os cantos que aprendíamos nessas ocasiões e tínhamos dias felizes, inesquecíveis, pois eram dias de muita alegria, comidas e todos cantavam sua felicidade, nem era necessário existir um Dia Mundial da Alimentação. Não havia a propaganda e o terror sobre a “Fome no Mundo” da Fundação Rockefeller, que hoje, em Des Moines, Iowa nos EUA entrega à Monsanto o Prêmio Norman Borlaug; Talvez seja pelo fato de grande maioria de camponeses mexicanos, bolivianos, peruanos, paraguaios e brasileiros e outros, na pobreza, serem obrigados a comer “Miojo” , “Yakisoba”, “Maruchan” diariamente.
 
Não existe mais o mundo feliz e inocente da minha infância e o convite para a comemoração do “Dia mundial da Alimentação” com agricultores e consumidores no espaço urbano me faz pensar na importância daquela alegria; Mas, seria melhor comemorar no campo, pois hoje os agricultores, quando se reúnem não é para o mutirão, nem há cantos de alegria ou fé, menos ainda aquelas comidas gostosas das vovós. Hoje as concentrações são de reivindicações, protestos, denúncias ou exigências de respeito a direitos. As prioridades para as famílias e comunidades são relativas às renegociações de dívidas e financiamentos, pois aqui a agricultura está no mercado como em nenhum país. Lá, eles sabem que é impossível viver sem alimentos; Ou como dizem os britânicos: onde o alimento é caro ou escasso vem a rebelião.
 
O Banco Mundial, organismos multilaterais e governo também sabem e se especializam em manipular, induzir e enganar para que se façam as coisas no interesse deles. Não há mais alegria mesmo nos dias de muito Sol as crianças são tristes, alérgicas, deprimidas e quando não, medicadas. 
 
Fui ao colégio agrícola e depois à universidade com sacrifício, para aprender, na ânsia de retornar e contribuir na restauração da alegria e felicidade da comunidade, através da educação transformadora quis entender as necessidades camponesas, participar na organização e realização de soluções na construção do bem comum. Era revoltante, não se podia esclarecer, ensinar, nem aprender com o agricultor o caminho de luz e alegria da agricultura com vida. Tudo era escondido por um falso nome, traiçoeiro, enganador. A única liberdade era participar, consentir, convalidar e fazer carreira servil usando o agricultor e comunidade rural como objeto de sua vaidade, no caminho maldito de trevas nos anos de chumbo, a agricultura foi transformada rapidamente em monoculturas através do crédito compulsório subsidiando multinacionais de “Defensivos Agrícolas”, Adubos Solúveis Indispensáveis, Centrais de Atravessadores, preços máximos inflexíveis, extensionistas alienados, Cooperativas-agências bancárias e depósitos de insumos. Tudo com a ordem precípua destruir o poder camponês, sua expulsão da terra e transformação em consumidor de alimentos industrializados.  A concentração da propriedade era fundamental para o futuro agronegócios, onde a propaganda e serviços valem seis vezes mais que o valor da produção e não há agricultores, apenas investidores e assalariados rurais.
 
Desde então comecei a lutar contra os “mercadores da morte”, devastação, corrupção e alienação na agricultura, principalmente contra seus agentes nas empresas, consultórios, cátedras, direção e gestão de órgãos governamentais, que nada mais eram que meros cartórios de tráfico de interesses. Fui obrigado à insurgência, rotulado de subversivo, e coisa pior. Lembro do líder agricultor presidente de entidade, de nome Ezídio e pelo sobrenome poderia ser meu parente (Pinheiro) dizer em 1987 ao entrar neste prédio. “Tião, eu jamais pensei que um dia chegaria entrar aqui nesta Delegacia Federal da Agricultura”. Eu senti vergonha e humilhante revolta. 
 
O dia mundial da alimentação marca a data da criação da FAO Nações Unidas e não visa aproximar o agricultor do consumidor para o estreitamento da relação e consciência; Onde o consumidor inexiste sem o agricultor; Onde o agricultor mesmo organizado está disperso e frágil e o consumidor, mesmo desorganizado está urbanizado, melhor articulado e informado. Restaurar a relação de respeito, veneração e amor de antigamente é o principal, antes de garantir o lema e “dar sustentabilidade e segurança nutricional ao sistema” ordenado pela Fundação Rockefeller, mentora da FAO, Banco Mundial e ONU.
 
Há mais de trinta e cinco anos os agricultores catavam lagartas doentes nas lavouras e moíam com água e usavam o caldo de Baculovírus para combater as lagartas e percevejos. Este uso proliferou de tal forma que o uso de agrotóxicos caiu de 8 aplicações/Ha para meia aplicação por Ha. A economia para a saúde dos agricultores e meio ambiente era incalculável; Eram menos intoxicações no INSS com economia superior a 1 bilhão de dólares. As 1 milhão e 200 mil intoxicações/ano caíram.  Matemáticos, antropólogos, psicólogos e militares contratados pela GIFAP e Ajuda Técnica Internacional começaram a manipular e induzir a elite nacional de saber, ciência e tecnologia; Logo a extensão rural passou a desinformar e a mídia a se prostituir.  Foi assim que os mercadores da morte conseguiram que os agricultores abandonassem o Baculovirus e os venenos retornassem. O mesmo aconteceu com o uso de biofertilizantes, a grande TV hábil comprou a receita para destruí-lo. Hoje na Nicarágua mais de 75% dos camponeses fazem o Super Magro enquanto entre nós não chega a 0,01%.  No Equador há cooperativas de camponeses que produzem 500.000.000 de litros mensalmente economizando 25 milhões de dólares em venenos e 10 a 20 vezes este valor em saúde, meio ambiente e futuro, no México os valores são bem maiores.
 
Do nada começou a discussão manipulada e induzida que a maioria dos agricultores estava em áreas impróprias e que deveriam ser restauradas, com a possibilidade de um grande êxodo; Abandonar os cultivos, replantar margens dos arroios e rios e escarpas. O interessante é que sobre os antigos banhados que eram patrimônios públicos e foram invadidos ninguém dizia nada. Estudando a proposta de Código Florestal fiquei assustado, pois no Chile, na Argentina, na Nicarágua e no México eles também estavam fazendo a mesma discussão e usavam uma proposta muito parecida à nossa. Quem manipula, induz e impõe esse medo e terror? É a ordem para vender serviços, propaganda e submissão. Algo similar aconteceu com os pedágios, onde da noite para o dia tínhamos de pagar para escoar a produção. O pior é que os pequenos pagavam mais que os grandes e não se levava em conta a relação entre preço relativo do pedágio e custo. Ao mesmo tempo em que o transporte nas barcaças fluviais exclusivas concedidas à Cargill para seu porto não havia pedágios. Logo, o custo Brasil caía sobre o pequeno e médio e permitia ao grande apropriar-se da margem diferencial interna, como lucro.
 
Há 29 anos vivemos o escândalo dos moranguinhos com o uso de agrotóxicos proibidos. O desastre foi contornado e um selo de controle de qualidade com Secretaria da Saúde e EMATER, mas o MA tentava impedir, pois o cartório de agrotóxicos era muito poderoso e a amizade com os “mercadores da morte” muito íntima. Durante mais de dez anos toda a produção para as feiras do Pêssego foi controlada. Aquilo não interessava, controle do uso de veneno era subversão ao poder da indústria. Foi eliminado. Hoje se faz análises constatando os mesmos índices de contaminações de 30 anos atrás e se denúncia como novidade, mas ninguém permite que os agricultores sejam treinados como nos EUA, Europa e Ásia para não usar venenos. Lá diminuem o uso, nós aumentamos.  Hoje os EUA que têm uma agricultura cinco vezes maior que a nossa são segundo consumidor e logo será o terceiro. E nos ficamos gritando que somos os primeiros sem fazer treinamentos, capacitações ou aplicar a diretiva comunitária da União Européia 91/414 que proíbe o agricultor sem treinamento e capacitação de usar venenos para proteger sua família, produção, ambiente; O pior é que discursamos que estamos em transição, quando na verdade a aguardamos as corporações tomarem o mercado. Temos de comer alimentos contaminados para ter mais doenças e consumir mais remédios e gerar lucros. E la nave va. 
  
Há dois anos na China ocorreu um gigantesco escândalo de proporção mundial com a adição de melanina industrial ao leite.  Vimos há alguns meses a adição de uréia ao leite e a repercussão foi o desespero de agricultores e consumidores inocentes. O escândalo foi tratado como um instrumento de medo e terror para que as pessoas procurassem alimentos certificados e eles ficassem mais caros; Mas há outro tipo de ameaça, os EUA se recusaram a receber tomates produzidos em vinte estados mexicanos alegando que eles estavam contaminados por Salmonella, mas ofereceram 1% do valor do preço e piratearam o tomate dos camponeses mexicanos para sanar sua crise financeira. Fizeram o mesmo com o melão de Honduras. É o terror de Estado p/ impor serviços de inteligência & segurança gratuitamente, usando a higiene & inocuidade como pretexto.
 
Enquanto isso, Tony Ramos recomenda a carne do Friboy que é vetada no exterior por resíduos de substancias proibidas. O que facilita a Coca-Cola, PepsiCo, Nestlé, Cargill, Conagra e outras marcas de alimentos orgânicos prontas para entrar no mercado e promover a eugenia mercantil através do preço.
  
Sobre transgênicos o primeiro escândalo sequer ficou conhecido, o fumo transgênico Y1 e Y2 patenteado pelo Embaixador Marcilio Marques Moreira na Embaixada Brasileira em Washington e mais de 250 gramas de sementes foram introduzidos oficialmente no país, embora de forma ilegal e clandestina. Semeado com crédito PRONAF e exportado sem conhecimento das autoridades nacionais. Só ficamos sabendo depois que um jornalista estrangeiro fez uma matéria premiada internacionalmente. Anos depois foi a vez da Monsanto promover o contrabando de sementes transgênicas via Argentina e novamente o governo fingiu não saber. Quando ela trouxe os detetives da Agencia Pinkerton ilegalmente ao país, ele ignorou embora saísse em todos os jornais como propaganda subliminar respaldada por pesquisadores oficiais e catedráticos. A estratégia era vender o saco de semente contrabandeada a 200 dólares para que o agricultor comprasse pensando que cada um dos trinta ou quarenta colhidos seria vendido pelo mesmo valor pago. Induzido o agricultor multiplicou a semente para ela inocentemente.  Nenhuma ação foi tomada e a Monsanto cobrou judicialmente 100 milhões de dólares por sua semente e hoje se exerce a cidadania fazendo abaixo assinado para que a CTNBIO não permita o registro do 2,4-D. Quando o efetivo é denunciar que há nos EUA, Canadá, Argentina e Austrália e RS uma área maior que toda a região Sul do Brasil (600 mil Km2) tomada por inços resistentes ao Roundup, onde não pode ser plantado transgênicos da Monsanto e a Dow quer usar o seu herbicida formador de Dioxinas e Furanos clorados fabricado na China. Isso é terrorismo de corporações com o apoio da ciência e governo dos EUA e UE. Duas coisas interessam sobre os transgênicos e todas essas manipulações e induções feitas pelas indústrias:
- É a primeira vez na história da humanidade que uma tecnologia é lançada através da “Teoria dos Jogos”, pois ela não é mais cara, nem é para o mais rico e privilegiado. O transgênico é feito para os pobres como instrumento de eugenia mercantil. De um lado não podem ser mais baratos. Então temos a manipulação da propaganda da contaminação com agrotóxicos, para que os alimentos naturais e sem venenos fiquem muito caro e sejam procurados pelos ricos, obrigando os pobres a comer o lixo transgênico pagando um preço mais alto e eles ganham nos dois lados.  Isto é a transição. 
  
- Somente em 1966 a ciência descobriu que ovo do jacaré fêmea ou tartaruga colocado para chocar a 30 graus nasce fêmea e a 29 graus nasce macho. Não houve alteração de genes, apenas variou 1 grau de temperatura, mas alterou o sexo do animal; Nas abelhas sabemos todas as abelhas de uma colméia são filhas da rainha e irmãs gêmeas, mas com alimentação comum as larvas dão origem a operárias estéreis e com geléia real dão origem a rainhas férteis. Sem mudar um gene alteramos todo um ser vivo. Genes é a discussão induzida nos transgênicos que interessa à indústria.
O agricultor foi expropriado de suas sementes herdadas dos antepassados e comunidade adaptadas durante mais de 8.000 anos. Vieram os híbridos industriais que selecionaram genes de interesse com propaganda p/ poder patenteá-los, vendê-los, e também, adubos, agrotóxicos, máquinas e combustíveis. Mas toda a ciência sabe que os agricultores com os genes dos antepassados e as mesmas técnicas antigas na sua terra podem obter as mesmas margens de lucro que com os híbridos sem a necessidade das inversões e endividamento. Mas isso não interessa a Rockefeller, Rothschield e Bill Gates.
  
A Estratégia da Fundação Rockefeller por trás da Monsanto foi manipular e induzir a discussão sobre genes como forma de recolher informações e subsídios contrários gratuitamente.  Até financiou algumas ONGs e pautou o debate sobre os genes. Limitou o avanço social com as sementes nativas já seqüestradas, que eram adaptadas ao cultivo sem fertilizantes químicos e agrotóxicos.
O gene por si tem importância secundaria para o camponês. Muito mais importante é sua expressão no meio ambiente (temperatura, geléia real). O Papa Bento XVI considerou os transgênicos pecado capital, pois ele sabe que não há no mundo duas propriedades rurais idênticas. É nela onde o gene se expressa. Enquanto os biólogos moleculares das universidades trabalham com os genes e o genoma de interesse das corporações. O agricultor trabalha com genes na sua propriedade única o proteoma de interesse da humanidade. A Biologia molecular das universidades e corporações jamais terá capacidade de fazer proteômica, pois não atua localmente, atua globalmente. Hoje a Bayer, Syngenta e Monsanto investem bilhões de dólares no velho Baculovirus. O pesquisador e professor sabem que o Bacullovirus combate o mosquito da Dengue, mas calam cúmplices dos “mercadores da morte”; Elas já produzem Super Magro com B. subtilis e B. polymyxa que vendem a 80,00 dólares o Litro.
 
O mais corrupto é que a empresa coloca um gene no milho que tem um total de 33.000 genes e fica dona de todo milho. Quando com muita condescendência poderia participar em apenas de 1/33.000avos do valor desse milho. O agricultor é espoliado. O papa Francisco tem um estudo radiográfico do que ocorreu com os agricultores argentinos nestes últimos vinte anos, breve teremos novidades.
  
A F. Rockefeller por trás das empresas de alimentos não queria rotulação dos transgênicos, pois eles seriam mais baratos que os alimentos normais e expulsos do mercado. Manipularam e induziram a polarização entre consumidores e Indústria de Alimentos para que o governo pendesse em seu favor postergando o rótulo. Foram derrotadas? Com o rótulo a decisão fica com a consciência da mãe, pai, consumidor e quantidade de dinheiro que dispõe. Então está claro que a consciência se subordina ao dinheiro: Isso não é democrático. Em uma sociedade onde o rico pode pagar caro o produto sem rótulo e o pobre é obrigado a comer o rotulado com o T é uma sociedade violenta, fascista, desigual. Vamos derrotá-los novamente em suas estratégias sociais.
  
No México a luta do povo não permite o plantio de milho transgênico para preservar o berço do milho criado pela mulher camponesa mapuche, aimará, guarani, inca, maia, azteca, navajo. Em breve, a exemplo do tomate transgênico, batatinha transgênica, trigo e arroz transgênicos, todos retirados do mercado, não teremos mais polenta, canjica ou fubá com o rótulo Transgênico em nossos supermercados. É uma questão de tempo, pois todos quererão o milho natural em igualdade de cidadania. A mídia esconde por cúmplice. Ela também esconde que, em muitos países já é proibido os agricultores comercializarem seus produtos, direto aos consumidores e isso não tem nada a ver com higiene e inocuidade. É a mudança de um conceito milenar, agora os camponeses não produzem mais alimentos, produzem apenas matérias primas e as indústrias as transformam em alimentos e vendem serviços, embalagens, certificações, propaganda, que faz os alimentos serem seis vezes mais caros.
 
Para terminar: Há na Amazônia a “Terra Preta Indígena” criada pela mão humana.  Hoje Bill Gates, Grupo Rockefeller, Banca Rothschield têm mais de 2500 biólogos moleculares, antropólogos e agrônomo transformando esse patrimônio da humanidade em insumo biotecnológico para a Revolução Verde na África e Agronegócios no Mundo. É o campo de enfrentamento para o nosso alimento de amanhã. Cantemos e dancemos o kuarup com alegria, a luta pelo renascimento já começou, quando depois da aula sobre Transgênicos no curso de “Agricultura com Vida” uma camponesa gritou: “Viva nosso Cristo Biotecnológico”.  Ao que adiciono: ... e Proteômico. 
  
             
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Autorizada a reprodução, citando-se a fonte.
           
 
 
  
  
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